Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Correio Braziliense Sunday, 10 de August de 2025

9ª EDIÇÃO DO FESTIVAL PERUANO ENCANTA BRASILIENSES

9ª edição do Festival Peruano encanta brasilienses com sabores, danças e tradição

Cerca de 10 mil visitantes celebraram a culinária, a música e outras tradições culturais do país, que está no Círculo do fogo do Pacífico. Evento da embaixada peruana já faz parte do calenário de Brasília

 
 Festival do Peru -  (crédito:  Mariana Campos/CB/D.A Press)
xFestival do Peru - (crédito: Mariana Campos/CB/D.A Press)

Um espetáculo de cores, sabores e canções encantou o público da 9ª edição do Festival Peruano em Brasília. Sob o céu aberto, cerca de 10 mil visitantes, de todas as idades, passaram pelos jardins da Embaixada do Peru, na Asa Sul, para celebrar a rica cultura do país e aproveitar atrações que foram desde comidas típicas a apresentações de ritmos folclóricos. 

 
 O embaixador do Peru no Brasil, Rómulo Acurio, destacou a importância do festival para valorizar e divulgar as tradições do país. "É um evento anual que já faz parte do calendário cultural de Brasília. O objetivo é justamente apresentar a alegria e os sabores do nosso país vizinho. Temos uma cultura muito antiga e com grande diversidade de expressões na culinária, nas artes e na música", destacou.

A novidade desta edição foram os workshops, que ensinaram sobre o preparo do ceviche e do drinque Pisco Sour, além de instruírem o público sobre como tocar o Cajón Peruano, um dos instrumentos mais reconhecidos no mundo. Bazares com roupas e artesanatos típicos também chamaram atenção dos visitantes, cuja entrada foi gratuita, mediante entrega de 1kg de alimento não perecível.

Um pouco de tudo

Sebastián Garcia, representante do Festival Peruano, contou que a finalidade foi tentar reunir "um pouco de tudo" da cultura do país em oito horas de evento — das 10h às 18h. "A maior procura tem sido pela culinária peruana, algo que muitas pessoas já conhecem e apreciam. Quem ainda não conhece, certamente quer experimentar, porque as filas estão enormes", observou.

Para Garcia, que chegou ao Brasil em dezembro, o workshop mais atrativo foi o de como preparar o drinque Pisco Sour. "Eu já sabia fazer, mas sempre é bom ouvir as histórias por trás da tradição e se aprimorar com quem tem experiência", completou. 

A companheira de Edvar, Bárbara Luciana da Conceição, 36, foi quem convidou a família para o festival. "A comida peruana é a melhor do mundo. Sempre que vou ao Eixão do Lazer, faço questão de aproveitá-las, vendidas em barraquinhas", ressalta a também servidora pública, que já visitou o país. Animados, os moradores da Asa Norte pretendem retornar ao evento no próximo ano. 

Tempero especial

A curadoria gastronômica do evento ficou por conta do chef peruano Marco Espinoza, cuja proposta se baseou nos sabores mais representativos do Peru: os ceviches, a comida criolla, as brasas com tempero peruano, a culinária nikkei (a fusão da gastronomia peruana e japonesa) e as sobremesas tradicionais daquele país. Para acompanhar, uma das cervejas mais populares no Peru, a Cusqueña, e o Pisco.

"A comida peruana conquista facilmente os brasileiros, porque tem muitos elementos e temperos em comum com a cultura daqui. Costumamos consumir, por exemplo, muito arroz, batata, feijão e frango", destacou o chef. Em um dos momentos de maior movimentação no evento, por volta das 13h30, cerca de 80 pessoas trabalhavam na cozinha.

A programação cultural contou com as apresentações da "Banda Típica Peruana", um sexteto instrumental dirigido pelo músico peruano Alex Carrasco, que mostrou os ritmos folclóricos das diversas regiões do Peru, e de danças típicas. O grupo de dança folclórica "Raíces Norteñas" também apresentou danças tradicionais como a Marinera Norteña y Hayno.

O grupo de amigas de Laryssa Martins, 29, participou do workshop de ceviche e pretende voltar na próxima edição. "Os brasilienses gostam muito desse tipo de evento e é uma forma de a gente ampliar as nossas percepções sobre cultura, aprender um pouco com a história de outros países país. Nunca fui ao Peru, mas agora estou muito interessada. Creio que deve ser incrível", ressaltou.

 

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