Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

O Globo Monday, 18 de August de 2025

BRASILEIRÃO 2025: VASCO 6 X 0 SANTOS - GOLEADA HISTÓRICA

Por Redação do GLOBO — Rio de Janeiro

 

 
 

A última vitória do Vasco no Campeonato Brasileiro foi contra o São Paulo, em junho, no MorumBis, por 3 a 1. Neste domingo, pela mesmo estádio, a equipe cruz-maltina não apenas volta ao caminho das vitórias na competição contra o Santos, mas faz história ao aplicar 6 a 0, a maior goleada da equipe em 17 anos no torneio e a maior já feita no duelo entre as equipes, na história.

Em uma partida que inicialmente teve Neymar como protagonista, o Vasco conseguiu abrir o placar com o lateral-esquerdo Lucas Piton, dominou o primeiro tempo e atropelou o Santos na volta do intervalo com quatro gols em 12 minutos.

O início do jogo, no entanto, foi com suspense. O volante Hugo Moura, improvisado na zaga, recebeu um cartão amarelo nos primeiros segundos de jogo, após tentar chutar a bola com o pé alto e acertar o rosto do atacante de Tiquinho. O jogador do Santos ficou com um inchaço na têmpora, mas o juiz não considerou um lance para vermelho.

Neymar gerou boas chances nos minutos iniciais do jogo. O Vasco não conseguiu marcar o atacante, que passou a deixar os companheiros em boa posição. Até os 15 minutos, o Vasco não conseguiu finalizar ao gol do Peixe.

Mas aos 18 minutos começou o resultado histórico. A equipe chegou cirurgicamente com a primeira finalização que já resultou em gol.

Em jogada bem trabalhada, a bola saiu do lado esquerdo, com o atacante David, até chegar ao ponta Nuno Moreira, na direita, que cruzou de volta para o lado esquerdo, na cabeça de Piton, no segundo pau.

O lance foi reavaliado pelo VAR por conta da posição da bola no início do lance, com David, que a carregou rente à linha de lateral, mas o VAR não considerou que a bola saiu de campo e a jogada seguiu legal.

Com o gol, a equipe cruz-maltina cresceu em campo e conseguiu sair mais vezes com a bola do campo de defesa. Aos 28 minutos, Neymar driblou o meia Coutinho e tocou para o atacante Guilherme, que ao tentar se desvencilhar do lateral-direito Paulo Henrique, sofreu um toque por trás e caiu no chão.

O árbitro chegou a marcar a penalidade máxima, mas a sorte brilhou para a equipe cruz-maltina, e o VAR apontou um impedimento do atacante no momento que recebeu o passe de Neymar.

Com o bom momento no jogo, a equipe comandada por Fernando Diniz passou a aproveitar o espaço deixado pela marcação santista para o meia Coutinho. O jogador buscava a bola ainda no campo de defesa e construía boas chances para os pontas, principalmente no lado direita, com Rayan, mas não conseguiu aumentar o placar.

A volta do intervalo foi acompanhada por um novo Santos, que passou a pressionar o time visitante no campo de defesa e gerou chances perigosas. Em uma delas, o Guilherme recebeu um passe açucarado no lado esquerdo e mesmo sem marcação, chutou para fora.

No lance seguinte, Barreal acertou a trave do goleiro Léo Jardim. Mas novamente foi o cruz-maltino que comemorou um gol que abriu a porteira do clube mandante.

O atacante David recebeu um belo cruzamento de Piton e deu um chute com rara felicidade e beleza, que deixou Brazão sem chances para defender. Já no recomeço do jogo, o Vasco retomou a bola do Santos e e rapidamente Rayan lançou para David. Brazão até cortou o passe, mas a bola sobrou em Nuno Moreira que passou para Coutinho chutar forte no ângulo, aos nove minutos do segundo tempo.

E, enquanto o silêncio reinava no estádio perante o atropelo vascaíno, ainda foi possível marcar mais um gol com Rayan, de pênalti, aos 15 minutos. O jogador tentou cruzar a bola para a área, mas ela tocou na mão do lateral-esquerdo Souza e o árbitro marcou a penalidade máxima.

Minutos após o gol de pênalti, aos oito minutos do segundo tempo, Coutinho fez uma triangulação com Nuno e David, o atacante deixou o "cria" da barreira de cara com o goleiro e ele apenas cavou por cima de Brazão para ampliar ainda mais o placar.

A derrota histórica levou a torcida do Santos a protestar gritando até mesmo "Olé" em favor dos visitantes.

Após o atropelo de quatro gols em 12 minutos, Tchê Tchê ainda pôde fazer o sexto da equipe.

Guilherme ainda fez um gol de honra, mas o juiz anulou por impedimento.

Próximo confronto do Vasco será na quarta-feira contra o Juventude, fora de casa.


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