Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

O Globo Friday, 12 de September de 2025

COPA DO BRASIL 2025: VASCO VENCE BOTAFOGO NOS PÊNALTIS E AVANÇA ÀS SEMIFINAIS
Por 
João Pedro Fragoso
 — Rio de Janeiro

 

 
 

O raio caiu novamente no mesmo lugar. Assim como na campanha da Copa do Brasil da temporada passada e na terceira fase da edição atual, o Vasco avançou de fase com o brilho de Léo Jardim. Com um pênalti defendido em cobrança de Alex Telles, o goleiro cruz-maltino viu sua equipe balançar as redes em todas as cobranças e garantir a ida à semifinal da competição pelo segundo ano consecutivo após novo empate em 1 a 1 no tempo regulamentar.

E, de certa maneira, o 5 a 3 nas cobranças de pênaltis é um bom retrato do que foi apresentado ao longo do confronto.

No que diz respeito à partida de ontem, o Botafogo, mesmo melhor, enfrentou dificuldades para manter a posse de bola na primeira etapa e se mostrou ansioso com o insucesso na construção de jogadas ofensivas. Muito disso se deu por conta das alterações realizadas na equipe — foram cinco no total, com as saídas de Vitinho, Danilo, Savarino, Artur e Montoro e as entradas de Ponte, Newton, Joaquin Correa, Santi Rodríguez e Jeffinho —, que não deram certo. Além disso, para piorar, o alvinegro ainda saiu atrás no placar em falha de Neto ao tentar defender cobrança de falta de Coutinho. Nuno Moreira aproveitou o rebote e marcou para o Vasco.

O gol cruz-maltino fez com que o Botafogo ficasse ainda mais ansioso na partida, o que levou o time a forçar nos cruzamentos. No entanto, em um dos raros momentos em que conseguiu colocar a bola no chão, o alvinegro chegou ao empate. Santi Rodríguez recebeu passe pelo meio e ligou Joaquin Correa em profundidade. Apesar de não ter feito boa partida, o camisa 30 foi bem ao driblar Léo Jardim e ser derrubado na área. Pênalti cobrado por Alex Telles para fazer 1 a 1.

Com a igualdade no placar, o Botafogo se lançou mais ao ataque e levou perigo em finalizações de Correa e Mateo Ponte. Além disso, o time deixou o campo para o intervalo na bronca após falta de Hugo Moura em Arthur Cabral, que puxava contra-ataque. A reclamação foi de pênalti, já que o defensor cruz-maltino era o último homem da equipe.

Já nas penalidades, o cenário se repetiu para os cruz-maltinos. Alex Telles, que não havia perdido nenhuma cobrança desde que chegou ao Botafogo, viu Léo Jardim ser o herói novamente ao defender a finalização no mesmo canto da realizada no tempo regulamentar e classificar o Vasco.


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