Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Correio Braziliense Monday, 01 de September de 2025

CORAL BRASÍLIA COMEMORA 30 ANOS

Coral Brasília comemora 30 anos levando música brasileira para o mundo

Grupo musical celebra seu aniversário com turnê em Praga, Viena e Bratislava. Repertório mistura canções eruditas, sacras e populares

 
Coral Brasília em últimos ensaios antes das apresentações pelo mundo -  (crédito: Ivan Simas/Divulgação)
Coral Brasília em últimos ensaios antes das apresentações pelo mundo - (crédito: Ivan Simas/Divulgação)

O Coral Brasília celebra 30 anos, em 2025, levando a música brasileira a palcos internacionais. Fundado em 1995 com a missão de divulgar o canto coral do país pelo mundo, o grupo participa anualmente de encontros e concursos nacionais e internacionais. Atualmente, é conduzido pelo maestro Deyvison Miranda e continua encantando plateias com sua mistura de técnica e emoção.

 

Como parte das comemorações, o coral participou, na última sexta-feira (29), do 15º Festival Internacional de Coros e Orquestras, na Biblioteca Municipal e na Igreja de St. Salvator, em Praga. Em Viena, nesta segunda-feira (1º), fará um concerto exclusivo, no VHS Ottakring, com apoio da Embaixada do Brasil e da Sociedade Austro-Brasileira de Educação e Cultura — Verein Papagaio. Na quarta-feira (3), em Bratislava, capital da Eslováquia, será responsável pela abertura do Festival de Cultura Brasileira.

 

Coral Brasília na Suécia em 2000
Coral Brasília na Suécia em 2000(foto: Ivan Simas/Divulgação)

 

Integrante há 14 anos, Nalva Ferreira, 57, contou que a apresentação de sexta-feira, em Praga, foi especialmente gratificante. "Cantamos para outros coros e também tivemos a oportunidade de apreciar o trabalho deles. Foi uma bela troca de experiências", celebrou.

"Esperamos que as pessoas se alegrem com a nossa música. Independentemente da língua, a música não possui barreiras, é feita para ser sentida. A nossa mensagem é simples: a música une os povos", completa Nalva. 

 

Coral Brasília em Caeté em 2023
Coral Brasília em Caeté em 2023(foto: Ivan Simas/Divulgação)

 

O repertório da turnê é eclético, combinando música erudita, sacra e popular, com ênfase na produção nacional. Entre as obras escolhidas, estão composições de Gilberto Gil, Ernani Aguiar e Ernesto Nazareth, além de arranjos de Marcos Leite, Maurício Maestro — que preparou especialmente para o coral uma versão de Tico-Tico no Fubá —, Elenice Maranesi e Nelson Mathias. Segundo o maestro, a escolha das peças busca refletir a brasilidade em ritmos, temas e técnicas musicais, mantendo a sofisticação esperada em palcos internacionais.

O maestro detalha que a preparação começa com muita antecedência e envolve estudo aprofundado, pesquisa histórica das composições e domínio técnico, musical, intelectual e emocional das obras, antes mesmo de chegarem aos ensaios com o grupo. "O mais importante não é apenas mostrar técnica, mas emocionar. Espero que o público se delicie com a música brasileira e sinta, em cada nota, a força e a beleza da nossa cultura", afirma.

 

Coral Brasília na Eslovênia em 2000
Coral Brasília na Eslovênia em 2000(foto: Ivan Simas)

 

Entre os destaques do repertório deste ano, estão Redentor, composta por um integrante do coral e arranjada por André Vidal, e o Medley de Tom Jobim, arranjo exclusivo de Elenice Maranesi, preparado ao longo de cinco meses de ensaios. "Essas peças representam não apenas a excelência técnica, mas também a força da cultura brasileira", destaca o maestro.

 

A turnê é vivida como um momento único por Marinete Celi, 52 anos, integrante do naipe dos contraltos desde 2019. "Representar o Brasil em qualquer lugar do mundo é motivo de muito orgulho. Estar na Europa por conta do nosso aniversário é ainda mais especial", afirma. Ela destaca o Medley de Tom Jobim como uma das peças mais esperadas e enfatiza o valor da experiência coletiva. "Estar entre amigos fazendo duas das coisas que mais gostamos, cantar e viajar, só pode ser uma mistura muito boa — e de mistura nós brasileiros entendemos muito", conta, animada.


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