Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Artistas e Artes domingo, 17 de agosto de 2025

DONA GI E A ASCENSÃO DAS MULHERES NO RAP NACIONAL (POSTAGEM DA LEITORA BÁRBARA DE ALENCAR)

Olá, Raimundo! Tudo bem?

Quando a batida é resistência e a rima é revolução, a voz feminina não pede passagem: ela ocupa. No cenário do Rap, dominado majoritariamente por homens, surge Gisele da Silva Souza, mais conhecida como Dona Gi, trazendo a potência da mulher preta periférica para desafiar paradigmas e desigualdades de gênero.

De acordo com a pesquisa "O funk e rap em números", apenas 8% dos rappers na plataforma ONErpm, uma das líderes do segmento de distribuição digital de música no Brasil, são mulheres.

Nesse sentido, é urgente criar mais espaços e políticas que incentivem a presença feminina no hip-hop brasileiro.

É possível uma pauta sobre a participação feminina no Rap Nacional?

Atenciosamente,
Bárbara de Alencar
(61) 98343-7369

Vozes que não se calam: Dona Gi e a ascensão das mulheres no Rap nacional

Com letras de protesto e inspiração na própria trajetória, Dona Gi fortalece a representatividade feminina na cena musical

Quando a batida é resistência e a rima é revolução, a voz feminina não pede passagem: ela ocupa. No cenário do Rap, dominado majoritariamente por homens, surge Gisele da Silva Souza, mais conhecida como Dona Gi, trazendo a potência da mulher preta periférica para desafiar paradigmas e desigualdades de gênero. Seu novo EP “Negritude Dona Gi”, uma fusão entre a força do rap e a rebeldia do rock, é um manifesto de luta e superação.

Inspirada pelos baques e vitórias da vida, Dona Gi transforma dores e traumas em letras afiadas, carregadas de resistência e protesto. Sua trajetória começou ainda na adolescência, aos 15 anos, mas os obstáculos impostos pelo machismo - tanto na sociedade quanto no próprio meio musical - sempre estiveram presentes. “Para as mulheres, persistir é um ato de coragem. Falta estrutura, apoio e reconhecimento, especialmente quando somos mães solo e precisamos conciliar a rotina com a música”, afirma.

De acordo com a pesquisa “O funk e rap em números”, apenas 8% dos rappers na plataforma ONErpm, uma das líderes do segmento de distribuição digital de música no Brasil, são mulheres. O estudo, publicado em 2022 na Revista Observatório 32, editada pelo Itaú Cultural, evidencia um cenário que ainda precisa ser transformado. Para Dona Gi, apesar dos avanços, é urgente criar mais espaços e políticas que incentivem a presença feminina no hip-hop brasileiro.

Dona Gi e sua Negritude

Mesmo com avanços, Dona Gi acredita que ainda é urgente criar mecanismos que ampliem a presença feminina na cena. É nesse contexto que nasce "Dona Gi e sua Negritude", seu primeiro projeto contemplado por recursos da Política Nacional Aldir Blanc. “Sou mãe solo e batalho para levar minhas músicas ao público desde os 14 anos. Esse tipo de incentivo é fundamental para que possamos seguir”, diz.

Além do EP - em fase de gravação e com lançamento previsto para 19 de setembro -, o projeto também vai levar palestras e shows a escolas públicas de Samambaia, a partir de 20 de setembro, conectando música, cultura e educação.

SERVIÇO:
Dona Gi e sua Negritude
Lançamento do EP: 19/09 

Palestras nas escolas: a partir de 20/09
Instagram: @donagi.oficial
Spotify: Dona Gi


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