A noite desastrosa da seleção brasileira nesta terça-feira, no estádio Monumental de Núñez, tem um significado histórico no clássico sul-americano. A derrota de 4 a 1 marcou a primeira da amarelinha para a Argentina por três gols de diferença em 61 anos. Desde então, passaram-se 62 duelos entre as seleções. O placar elástico para a albiceleste não acontecia há 66 anos.
Em 1964, os argentinos foram até o Pacaembu, em São Paulo, para enfrentar os atuais campeões do mundo. E não tomaram conhecimento da equipe de Pelé, Carlos Alberto Torres e companhia: venceram por 3 a 0, com gols de Roberto Telch (2x) e Ermino Onega. Cinco anos antes, já haviam batido o Brasil por 4 a 1, com show do meia José Sanfilippo, que marcou um hat-trick.
Depois da derrota atípica no clássico, a seleção brasileira só voltará a campo em junho. Na quarta colocação das Eliminatórias, com 21 pontos, a amarelinha pode ir para próxima data Fifa — vai enfrentar Equador e Paraguai — com mudança no comando técnico: Dorival Junior está balançando no cargo e tem chances de acabar demitido.

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