Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

O Globo Monday, 07 de July de 2025

MUNDIAL DE CLUBES DA FIFA: FLUMINENSE TEM RAZÕES PARA ACREDITAR
 
 

Quanto mais se olha para o tabela das semifinais das Copa do Mundo de Clubes, maior fica o feito do Fluminense. A penúltima fase do torneio coloca o tricolor junto aos vencedores de quatro das últimas cinco últimas edições da Liga dos Campeões da Europa. Não é pouca coisa.

 Antes do início deste Mundial, todas as previsões indicavam que os quatro semifinalistas pertenceriam à elite europeia. Mas há um brasileiro entre eles. E mais: está lá o brasileiro que era o menos cotado dentre os quatro: porque tem menos investimento, porque escapou do rebaixamento na última rodada do Brasileirão de 2024, porque viveu oscilações nos primeiros meses de 2025.

E o que tem feito o Fluminense é cada vez mais raro neste universo. Já enfrentou Borussia Dortmund, Inter de Milão e o projeto bilionário do governo saudita, fazendo mais do que se manter invicto, com duas vitórias e um empate: o time de Renato Gaúcho não foi inferior a nenhum deles.

A pergunta natural é se ainda é possível dar novos passos, chegar à final e sonhar com a maior conquista da história de qualquer clube do Brasil — porque sim, se o Fluminense vencer esta Copa, estará na sala de troféus das Laranjeiras o maior título já conquistado por um time brasileiro. E a resposta mais honesta parece idêntica à dos três desafios anteriores: é possível, embora não seja o mais provável.

A má notícia é que o Chelsea cresceu desde a fase de grupos. O time que bateu o Palmeiras nas quartas de final foi eficiente ao pressionar como não era no início do torneio, e mesmo com três desfalques no meio-campo foi capaz de se adaptar, a ponto de apresentar uma variação. Malo Gusto, que passava de lateral a meia ofensivo, era um um sexto homem na linha ofensiva dos ingleses, o que quebrou totalmente a marcação do Palmeiras no primeiro tempo. E Caicedo, destaque do Chelsea na última temporada, vai voltar ao time.

Há outros problemas, claro. Do outro lado estará um rival com poder econômico muito maior, que nos últimos anos tem contratado por atacado jovens promissores do mundo todo. Mas contrariar a ordem econômica é algo a que o Fluminense já se habituou.

Para levar o time à frente em ataques rápidos, o Fluminense tem um candidato a melhor jogador da Copa: John Arias. E, acima de tudo, há um time disposto a tudo para executar o plano de seu treinador.

O Fluminense, assim como qualquer clube brasileiro ou sul-americano, não tem o melhor time do mundo, é óbvio. Mas o que está em questão nos Estados Unidos não é qual a melhor equipe do mundo, é quem vencerá a Copa. E, para isso, o tricolor precisa de mais 180 minutos de superação. Não é simples, mas é justo acreditar.


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