Quartas de final da Copa do Mundo de Clubes nos Estados Unidos. Quem levar a melhor, fica a dois jogos do que, para alguns, é um sonho e para outros uma mera formalidade no calendário. Ao reeditarem a disputa pelo título do Mundial de 2021, Palmeiras e Chelsea protagonizam não só um possível acerto de contas do alviverde, derrotado naquela ocasião, mas também um olhar antagônico em relação aos torneios organizados pela Fifa.
Do lado paulista, time e torcida tratam a busca pela conquista inédita como uma obsessão histórica, quase um fetiche. E as provocações dos rivais dão um tom ainda maior na odisseia. O clube não teve sucesso nas três tentativas de de se sagrar campeão (1999, 2020 e 2021) e luta para que a entidade máxima do futebol reconheça a Copa Rio de 1951 como um título mundial.
Para este ano, a obsessão fez a diretoria investir pesado. Maior investimento em contratações, temporada desenhada e toda uma logística preparada especialmente para a Copa. Em entrevista ao jornal Marca, da Espanha, a presidente Leila Pereira disse que “sente um orgulho imenso em presidir um dos oito maiores clubes do planeta”, e que a presença nessa fase “demonstra a excelência do trabalho”.

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