Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Artistas e Artes domingo, 23 de novembro de 2025

PROJETO DONA GI E SUA NEGRITUDE DESEMBARCA EM ESCOLAS PÚBLICAS DE SAMAMBAIA (POSTAGEM DA LEITORA BÁRBARA DE ALENCAR)

Olá, Raimundo, tudo bem?

O projeto "Dona Gi e sua Negritude" desembarca em escolas públicas de Samambaia nos dias 26 e 27 de novembro.

A iniciativa, idealizada pela artista Gisele da Silva Souza, a Dona Gi, combina a potência do rap e a ousadia do rock em uma palestra-show que promove autoestima, consciência crítica e representatividade para a juventude negra.

É possível uma pauta?

Atenciosamente,
Bárbara de Alencar
(61) 98343-7369

Projeto "Dona Gi e sua Negritude" leva fusão de rap e rock a escolas públicas de Samambaia, em palestra-show sobre resistência negra

Intervenção artística encerra ciclo de lançamento do EP "Negritude Dona Gi" com diálogo direto sobre autoestima, ancestralidade e afrofuturismo na periferia

 

Fotos e release para download: https://drive.google.com/drive/folders/1LOapgA8RMHXUIAdUpfTD9KRRoAOoatQ_?usp=sharing

Fomentar reflexões sobre identidade, racismo e empoderamento negro por meio da arte. É com essa proposta que o projeto “Dona Gi e sua Negritude” desembarca em escolas públicas de Samambaia nos dias 26 e 27 de novembro. A iniciativa, idealizada pela artista Gisele da Silva Souza, a Dona Gi, combina a potência do rap e a ousadia do rock em uma palestra-show que promove autoestima, consciência crítica e representatividade para a juventude negra.

O coração do projeto é o EP Negritude Dona Gi, lançado em setembro e já disponível nas principais plataformas de música (Ouça Aqui). Realizado via edital da Política Nacional Aldir Blanc, o álbum se estrutura em seis faixas autorais que são verdadeiros hinos de resistência e afirmação: "Julga-me", "Negra Guerreira", "Treta Preta", "Linha de Frente", "Deixa Rolar" e "Diva Black". Cada música serve como ponto de partida para discutir temas urgentes, como ancestralidade, espiritualidade, gênero e a resiliência nas periferias urbanas.

A palestra não é apenas uma conversa: é uma intervenção cultural que une poesia, música e narrativa pessoal. A linguagem dialoga ainda com o Afrofuturismo, propondo aos jovens a reimaginação de futuros possíveis a partir de suas raízes e potências. 

"O rock sempre foi visto como um território branco, e o rap, muitas vezes, é colocado em uma caixa. Eu quebro essas barreiras. Minha negritude é sobre mostrar que nosso lugar é onde quisermos estar, inclusive fazendo rap misturado com rock", afirma Dona Gi, que é mulher preta, periférica e mãe solo. "Levar essa mensagem em primeira pessoa para os jovens é a razão de ser desse projeto."

SERVIÇO
"Dona Gi e sua Negritude" nas escolas
Onde: Escolas públicas de Samambaia
Quando: 26 e 27/11. Quarta e quinta-feira.

Cronograma:
CEF 427 - 26/11, às 10h 

CEM 123 - 26/11 às 14h
CEF 312 - 27/11, às 10h30

 


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