Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Artistas e Artes quinta, 02 de outubro de 2025

PROJETO PILARES DO CHORO (POSTAGEM DA LEITORA BÁRBARA DE ALENCAR)

Olá, Raimundo, tudo bem?

O projeto Pilares do Choro, que já passou pelas cidades de Sobradinho e Guará, chega ao Riacho Fundo I, no sábado (11/10).

O encontro será no Espaço dos Quiosques, entre a Biblioteca Pública e o Conselho Tutelar, a partir das 20h.

É possível uma nota?

Atenciosamente,
Bárbara de Alencar
(61) 98343-7369

Projeto "Pilares do Choro" leva música, histórias e inclusão cultural a praças e escolas públicas do DF

Iniciativa promove uma viagem musical às raízes do Brasil, homenageando grandes chorões da música popular nacional

 


Crédito: Vinícius Bispo


Fotos e release para download: 
https://drive.google.com/drive/folders/1rKOtvkk--FFI59-YBHz-va9ULsgyvDAj?usp=sharing

Combinando a magia da música ao vivo e a arte da contação de histórias, o espetáculo “Pilares do Choro” celebra os mestres consagrados desse ritmo genuinamente brasileiro — Ernesto Nazareth, Zequinha de Abreu, Chiquinha Gonzaga e Joaquim Callado. O projeto, que já passou pelas cidades de Sobradinho e Guará, chega ao Riacho Fundo I, no sábado (11/10). O encontro será no Espaço dos Quiosques, entre a Biblioteca Pública e o Conselho Tutelar, a partir das 20h.

Idealizado para preservar e revitalizar a memória cultural do Choro, o projeto é conduzido por músicos experientes e apaixonados pelo gênero, como Márcio Carvalheira (violão 7 cordas), Maikon Canhola (flauta transversal), Carol Senna (pandeiro e voz) e Victor Mauro (cavaquinho), sob direção musical de Alberto Salgado, artista PCD agraciado com o Prêmio da Música Brasileira em seu segundo álbum.

De acordo com a cantora Carol Senna, proponente do projeto, a iniciativa traz um repertório que proporciona uma imersão na história do Choro, mas vai além da música. Cada apresentação é uma verdadeira viagem pela memória cultural do Brasil, reunindo os contos e causos por trás das canções. O objetivo é sensibilizar novos públicos, democratizar o acesso à cultura e fortalecer a identidade local, especialmente em regiões administrativas e escolas que recebem poucas iniciativas culturais.

“O ‘Pilares do Choro’ é um convite para redescobrir a essência do Brasil através de seus sons mais autênticos, proporcionando um encontro entre passado e presente, que educa e emociona. É a nossa forma de homenagear os grandes chorões da MPB”, destaca Senna.

O grupo já visitou cinco escolas públicas, levando a riqueza cultural do Choro para estudantes da rede de ensino do DF, e passou por praças públicas de Sobradinho e Guará. Agora, o projeto segue para sua segunda etapa, com apresentações em Riacho Fundo I, Planaltina e Candangolândia. As sessões nas praças terão duração de três horas, e nas escolas, 30 minutos intensos de aprendizado e encantamento, utilizando recursos inclusivos como intérpretes de libras, headphones de condução óssea para surdos e conteúdos acessíveis em áudio e texto via QR Code.

O projeto “Pilares do Choro” é realizado pelo grupo Cena do Choro, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e produção da Diferente Arte.

SERVIÇO:
Pilares do Choro - Candangolândia
Onde: Espaço dos Quiosques, entre a Biblioteca Pública e o Conselho Tutelar – Riacho Fundo I.

Quando: 11/10. Sábado, a partir das 20h
Quanto: entrada franca
Classificação indicativa: livre
Mais informações: @cenadochoro

Próximas apresentações nas praças do DF
Planaltina (Praça da Igrejinha) – 18 de outubro, 20h

Candangolândia (Praça da Bíblia, Rua 3, no Setor Norte) – 25 de outubro, 20h


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