Inspirado por foto do terreiro da casa da Fazenda Carnaubinha, de Jácio Mamede

Para cá dessa porteira
Plantei meu resto de vida
Fincando meu coração
Pondo em minh’alma uma brida
Fiz do futuro um mourão
Do meu corpo um matulão
P’ra guardar qualquer saída.
E não saio mais de mim!
