Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Espetáculos -Teatro, Cinema, Shows e Afins quarta, 13 de agosto de 2025

SUPERCINE FEMINISTA (POSTAGEM DA LEITORA BÁRBARA DE ALENCAR)

Olá, Raimundo. Boa tarde! Tudo bem?

A partir de 21 de agosto, o projeto Supercine Feminista dá início, em 21 de agosto, à temporada de oficinas gratuitas, sessões de filmes com pipoca e debates em São Sebastião. A proposta é trazer para o debate a produção audiovisual brasileira e a igualdade de gênero.

Na quinta-feira (21), a Casa LUAR recebe a oficina "Cartografia Poética do Cinema Brasiliense". Durante o encontro, a pesquisadora Pamela Arteaga promoverá uma imersão no acervo que mapeia produções cinematográficas rodadas em Brasília entre 1956 e 2005, revelando locações, paisagens e a construção da identidade cultural da capital por meio da sétima arte.

É possível uma pauta?

Atenciosamente,
Bárbara de Alencar
(61) 98343-7369

Supercine Feminista: 2ª edição traz programação gratuita para mudar o roteiro da desigualdade de gênero no setor audiovisual

Iniciativa promove oficinas, sessões de filmes e debates em São Sebastião

Na foto, Patrícia Dantas, cineasta mediadora do Supercine Feminista

 

Cada frame é um ato político. Quando as lentes se voltam para as questões sociais, as mulheres assumem o protagonismo na luta contra a desigualdade de gênero na indústria cinematográfica. Com o propósito de estimular o pensamento crítico, ampliar o acesso à cultura e fortalecer a presença feminina no setor audiovisual, o projeto Supercine Feminista dá início, em 21 de agosto, à temporada de oficinas gratuitas, sessões de filmes com pipoca e debates em São Sebastião.

Para abrir a programação da edição 2025, a Casa LUAR recebe a oficina "Cartografia Poética do Cinema Brasiliense", na quinta-feira (21/08), a partir das 19h. Durante o encontro, a pesquisadora Pamela Arteaga promoverá uma imersão no acervo que mapeia produções cinematográficas rodadas em Brasília entre 1956 e 2005, revelando locações, paisagens e a construção da identidade cultural da capital por meio da sétima arte.

"Brasília não é apenas cenário, mas personagem de narrativas que vão da utopia modernista às críticas sociais. Esse mapeamento revela como o cinema interpretou e reinventou a capital", destaca Arteaga, que é doutora em Políticas Públicas Culturais pela UnB e coordenadora do OPCULT – Observatório de Políticas Públicas Culturais

PROGRAMAÇÃO
De agosto a outubro, o Supercine Feminista vai trazer para o debate a produção audiovisual brasileira e a igualdade de gênero. As atividades são direcionadas à comunidade de São Sebastião, região do Distrito Federal onde 52% da população são mulheres. 

Com acesso ainda limitado a equipamentos culturais e poucas oportunidades de vivência artística, a região é um dos territórios prioritários para iniciativas que promovam o direito à cultura e à participação social. No dia 28, a Doutora em Linguística - Linguagem e Sociedade pela Universidade de Brasília Jaqueline Coelho apresenta a palestra “Representação Feminina no Cinema: Passado e Presente”. Já em setembro, a co-fundadora da Casa LUAR e professora do Intituto Federal de Brasília, Érica Letícia Ribeiro, traz para o debate o tema "Cinema e Literatura Feminista".

Idealizado pelo Movimento Cultural Supernova e realizado pela proponente Roberta Santos, o Supercine Feminista conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. “Queremos criar espaços de diálogo onde as mulheres se sintam representadas e inspiradas a contar suas próprias histórias”, afirma Roberta Santos, proponente do projeto.

CENÁRIO DO AUDIOVISUAL
Segundo estudo da ONU Mulheres, em parceria com o Instituto +Mulheres e apresentado em Cannes no início de 2025, mulheres e pessoas negras seguem sub-representadas nos cargos de liderança do setor audiovisual brasileiro e enfrentam inúmeras barreiras. Embora representem 48% da força de trabalho técnico-criativa, elas têm menos acesso a posições estratégicas, piores condições de trabalho e remuneração desigual. Em média, mulheres recebem apenas 76% do rendimento dos homens. Entre todos os grupos analisados, mulheres negras registram a menor média salarial: R$ 13.187,50.

SERVIÇO
Oficina "Cartografia Poética do Cinema Brasiliense" - com Pamela Arteaga (CEAM/UnB – OPCULT)
Quando: 21/08. Quinta-feira, das 19h às 21h

Onde: Casa Luar (Quadra 301, conjunto 9, casa 10)
Quanto: entrada franca

Realização: Movimento Cultural Supernova e Roberta Santos 
Apoio: Fundo de Apoio a Cultura, IFB Campus São Sebastião e Casa Luar 


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