Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Revista Veja quinta, 28 de setembro de 2017

MORRE HUGH HEFNER, FUNDADOR DA PLAYBOY

 

Morre Hugh Hefner, fundador da Playboy

Empresário americano, que encarnou o estilo bon vivant pregado pela revista, tinha 91 anos de idade

Hugh Hefner, fundador da Playboy, morreu nesta quarta-feira, aos 91 anos, em sua mansão em Los Angeles. A morte, de causas naturais, foi informada pela Playboy Enterprises, conglomerado criado a partir da revista de “entretenimento para os homens” fundada pelo empresário americano em 1953.

A proposta da publicação, que trouxe Marilyn Monroe em sua primeira capa, era revolucionária para a época: ensaios com mulheres nuas, entrevistas reveladoras e a defesa de um estilo de vida sofisticado e hedonista. A aposta deu certo e a revista se tornou a principal publicação do mundo voltada para o público masculino, dando origem a um império do entretenimento sob a marca Playboy que no auge incluiu cassinos, casas noturnas e canais de televisão. E o seu fundador virou uma espécie de garoto-propaganda do ideal pregado em suas páginas.

 

“Sou o homem mais sortudo do mundo”, admitiu Hefner a VEJA em 2006, quando, aos 80 anos, dividia sua mansão com três jovens e loiras namoradas. Naquele momento, o empresário já havia consolidado ao longo dos anos a imagem de bon vivant, sempre de roupão de seda, cercado de coelhinhas e comandando festas disputadíssimas em seu palácio em Beverly Hills.

Revolução

Hefner e sua revista estiveram na vanguarda da revolução sexual dos anos 1960 e 1970 – e o coelho símbolo da marca se tornou por si só um ícone pop. Nas primeiras décadas da publicação, os conservadores que se escandalizavam com a nudez nas bancas de revista eram uma dor de cabeça constante para o editor, mas as feministas também estavam entre as críticas do estilo vendido pela Playboy. Às acusações de que os ensaios “objetificavam” as mulheres, Hefner respondia com ironia. “Se nenhuma mulher fosse encarada como objeto, não existiria uma próxima geração. E muitas mulheres aprenderam a usar a Playboycomo um meio de aumentar o seu poder sexual”, disse a VEJA.

Curiosamente, uma das decisões mais controversas da revista foi justamente a de deixar de exibir mulheres nuas. A medida, tomada em 2015, buscava reposicionar a Playboy diante da banalização da nudez e do sexo provocada pela internet – e da queda vertiginosa nas vendas. Na ocasião, a revista chegou a afirmar que o nu estava obsoleto. Dois anos depois, porém, voltou atrás.

Já na terceira idade, o empresário defendeu com entusiasmo uma outra revolução sexual, aquela provocada pelos remédios contra a impotência. “O Viagra é como a pílula anticoncepcional, uma conquista para a sexualidade. A pílula liberou a mulher para o sexo e o Viagra liberou o homem. No meu caso, com seis namoradas, é um recurso bem valioso”, afirmou a VEJA em 2004, quando tinha 77 anos e meia dúzia de companheiras.

 
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